Fez-se mar.
E veio em mim a paz.
E veio em mim a calma.
E veio em mim amor.
E naquela imensidão tão serena
caiu dos meus olhos
um pouco de mim.
Era agora meu.
Azul, sem fim, e meu.
sexta-feira, 26 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Pra falar de amor
Encontrei nos seus braços o meu melhor leito. Achei no seu perfume a melhor fragância que pude já sentir. Vi nos seus olhos a mais profunda calma. Ouvi de suas frases - vindo da mais bonita boca - as mais serenas palavras. Fiz de você sentimento. Achei em você o melhor de mim. Fui finalmente completa.
Foi perfeito. Indescritível. E acabou.
Deixou em mim um buraco, que dele ainda não encontrei o fundo. Sobrou em mim um milhão de sentimentos vazios. Sobrou pouco de mim; eu era pra você, por você, você.
Não me peça pra te esquecer. Não assim tão fácil. Ainda vejo em qualquer caminhar a sua serenidade, o seu aconchego, a sua calma. Faço das lembranças a minha droga. Em doses omeopáticas, para demorar a acabar.
Não me canso de fingir que lhe sinto, de fingir que ainda tenho você.
Siga seu caminho, seja feliz.
E quanto a mim? Eu espero. Ainda tenho uma vida inteira pra tentar me reencontrar.
Foi perfeito. Indescritível. E acabou.
Deixou em mim um buraco, que dele ainda não encontrei o fundo. Sobrou em mim um milhão de sentimentos vazios. Sobrou pouco de mim; eu era pra você, por você, você.
Não me peça pra te esquecer. Não assim tão fácil. Ainda vejo em qualquer caminhar a sua serenidade, o seu aconchego, a sua calma. Faço das lembranças a minha droga. Em doses omeopáticas, para demorar a acabar.
Não me canso de fingir que lhe sinto, de fingir que ainda tenho você.
Siga seu caminho, seja feliz.
E quanto a mim? Eu espero. Ainda tenho uma vida inteira pra tentar me reencontrar.
quarta-feira, 10 de março de 2010
"Eu só aceito a condição de ter você só pra mim!"
Não aceito ninguém pela metade.
Não quero meio carinho,
não quero meia atenção,
não quero meio amor.
Não quero ser um meio-alguém.
Eu quero você só pra mim!
Não quero meio carinho,
não quero meia atenção,
não quero meio amor.
Não quero ser um meio-alguém.
Eu quero você só pra mim!
Seco
Quero o inverno,
quero o verão.
Quero um abraço,
quero aconchego.
Eu quero paz.
Quero amor,
quero amar.
Quero sentir,
eu quero ser.
Até a solidão,
minha eterna companheira,
me deixou de lado.
Sou resto,
sou seca,
sou pó,
sou só.
quero o verão.
Quero um abraço,
quero aconchego.
Eu quero paz.
Quero amor,
quero amar.
Quero sentir,
eu quero ser.
Até a solidão,
minha eterna companheira,
me deixou de lado.
Sou resto,
sou seca,
sou pó,
sou só.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
"Sinceramente, eu vivo"
Não há paz sem amor.
Não nasci pra vencer nem ao menos para ser perfeita.
Estou aqui por um único motivo: viver.
E quem assimila amor a vida, vivo uma exceção:
Não tenho amor, não tenho paz, mas definitivamente tenho vida; a melhor de todas.
Sem amor, sem sofrimento.
Eu sou feliz.
Não nasci pra vencer nem ao menos para ser perfeita.
Estou aqui por um único motivo: viver.
E quem assimila amor a vida, vivo uma exceção:
Não tenho amor, não tenho paz, mas definitivamente tenho vida; a melhor de todas.
Sem amor, sem sofrimento.
Eu sou feliz.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Euforia
Diante de tantas caras,
eu escolhi logo a sua.
Diante de tantos sentimentos,
eu fui sentir logo esse.
Nada me alegra mais do sentir o seu cheiro,
olhar seu rosto,
me jogar no seu abraço.
Vivo agora por você,
pra você.
Faça de mim o que eu sempre procurei ser:
completa.
eu escolhi logo a sua.
Diante de tantos sentimentos,
eu fui sentir logo esse.
Nada me alegra mais do sentir o seu cheiro,
olhar seu rosto,
me jogar no seu abraço.
Vivo agora por você,
pra você.
Faça de mim o que eu sempre procurei ser:
completa.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Confusão
É tarde. Eu já não aguentava mais aqueles dias sem ele. Tudo parecia tão frio e... Escuro.
O caminho de volta para casa era a pior parte. Sem ninguém para me acompanhar e segurar a minha mão. Sem ninguém para me dar um beijo de boa noite. Sem ninguém para me abraçar e me fazer sentir borboletas no estômago.
Era estranho sentir tudo isso de novo. E confuso. Não sabia se deveria seguir em frente. Não sabia dizer se isso era bom ou era ruim.
Eu só sabia que minha cabeça girava, e girava...
O caminho de volta para casa era a pior parte. Sem ninguém para me acompanhar e segurar a minha mão. Sem ninguém para me dar um beijo de boa noite. Sem ninguém para me abraçar e me fazer sentir borboletas no estômago.
Era estranho sentir tudo isso de novo. E confuso. Não sabia se deveria seguir em frente. Não sabia dizer se isso era bom ou era ruim.
Eu só sabia que minha cabeça girava, e girava...
Inconfidência
Depois de toda a dor, restou pouco do que ainda sobrava de mim. Metade da minha alma - apenas a parte boa dela - foi embora. Não me sobrou bondade, ou seriedade, ou confiança, ou... Amor. Agora eu não quero mais saber de ninguém. Vivo para mim e só.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Dor
Com certeza sua mãe já lhe disse alguma vez para "esquecer a dor que ela passa". E nunca passa.
Na verdade, quanto mais você tenta esquecer, mais você se prende a dor. A dor é sua e não pretende te largar tão cedo.
Dessa vez eu tentei seguir o conselho da minha mãe. Mas, ao invés de "esquecer a dor", eu decidi apenas tirá-la de foco. Substitiuir os meus pensamentos e achar uma melhor razão para viver do que a dor. Afinal, quem quer viver de dor?
Assumo que está dando certo. Tirar a dor da minha cabeça - cabeça, e não coração - fez do meu caminho algo mais fácil de seguir. De fato, agora posso andar sossegada... Ou menos apreensiva, também.
Agora o surpreendente foi que eu descobri uma coisa: a dor vicia. Eu não quero senti-la, não quero vivê-la, fujo dela. Mas, ainda sim, sou viciada na minha dor.
Busco todo dia me lembrar do porquê estou sofrendo e, sim, eu encontro esse porque. Fico sem ar, lágrimas descem dos meus olhos e, por alguns instantes, me perco do meu próprio eu.
A minha dor é uma eterna contradição: não a quero ter, mas, quando a tenho, não a quero longe de mim.
Na verdade, quanto mais você tenta esquecer, mais você se prende a dor. A dor é sua e não pretende te largar tão cedo.
Dessa vez eu tentei seguir o conselho da minha mãe. Mas, ao invés de "esquecer a dor", eu decidi apenas tirá-la de foco. Substitiuir os meus pensamentos e achar uma melhor razão para viver do que a dor. Afinal, quem quer viver de dor?
Assumo que está dando certo. Tirar a dor da minha cabeça - cabeça, e não coração - fez do meu caminho algo mais fácil de seguir. De fato, agora posso andar sossegada... Ou menos apreensiva, também.
Agora o surpreendente foi que eu descobri uma coisa: a dor vicia. Eu não quero senti-la, não quero vivê-la, fujo dela. Mas, ainda sim, sou viciada na minha dor.
Busco todo dia me lembrar do porquê estou sofrendo e, sim, eu encontro esse porque. Fico sem ar, lágrimas descem dos meus olhos e, por alguns instantes, me perco do meu próprio eu.
A minha dor é uma eterna contradição: não a quero ter, mas, quando a tenho, não a quero longe de mim.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
"Eu tô legal"
Não sei se vou aguentar. Fingir que está tudo bem já me tirou do sério. Acho que já falei "Eu tô legal" umas trinta vezes. Só hoje.
Eu quero mesmo que vocês parem de perguntar como estou. Eu não estou bem. E isso não lhes convém.
Eu quero mesmo que vocês parem de perguntar como estou. Eu não estou bem. E isso não lhes convém.
Assinar:
Postagens (Atom)